quinta-feira, 19 de junho de 2014

Citar 5 grandezas físicas envolvidas no trabalho do avião de papel

1.      Velocidade: a distância percorrida por um corpo num determinado intervalo temporal. 

2.      Aceleração: aceleração é a variação da velocidade.

3.      Distância: distância é a medida da separação de dois pontos.

4.      Força: grandeza que tem a capacidade de vencer a inércia de um corpo.

5.      Tempo: tempo é o período que medeia entre o inicio e o fim de uma ação.


Calcular a velocidade média do caso ideal

TEMPO
DISTÂNCIA
1.06 s
3.00 m
1.32 s
2.83 m
2.40 s
1.54 m
1.58 s
3.10 m
2.57 s
2.22 m
1.60 s
4.50 m
1.44 s
2.11 m
2.48 s
2.72 m
3.00 s
4.36 m
2.00 s
5.10 m
2.49 s
1.23 m
4.01 s
2.14 m
3.52 s
3.22 m
3.01 s
2.98 m
2.38 s
3.21 m
2.60 s
2.10 m
2.23 s
3.23 m
3.59 s
4.55 m
2.47 s
5.08 m

Vm= Distância
          tempo

Vm= 5.10
         4.01

Vm= 1,27m/s

Tabelar 20 testes de avião de papel de tempo e 10 testes de distância

TEMPO
DISTÂNCIA
1,06 s
3,00 m
1,32 s
2,83 m
2,40 s
1,54 m
1,58 s
3,10 m
2,57 s
2,22 m
1,60 s
4,50 m
1,44 s
2,11 m
2,48 s
2,72 m
3,00 s
4,36 m
2,00 s
5,10 m
2,49 s
1,23 m
4,01 s
2,14 m
3,52 s
3,22 m
3,01 s
2,98 m
2,38 s
3,21 m
2,60 s
3,10 m
2,23 s
3,23 m
3,59 s
4,55 m
2,47 s
2 ,31 s
5,08 m
2,17 m

Função de cada elemento no grupo.

02    Beatriz Ayumi Amaral Haga: construção avião de tempo e parte 3 do relatório.

08    Gabriela Ferreira Santos: construção avião de distância

10    Idalina Zenetti Moreira: avião de distância, parte 2 do relatório.

18   Laura Toledo Ramalho de Campos: parte 1 do relatório

26   Maria Eduarda Souza Morais: edição e postagem do relatório.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Avião de Papel

SALZBURGO, Áustria* — Bem antes de aprender que o brasileiro Santos Dumont fez História ao voar no 14-Bis, os estudantes já entendem muito bem de aviões sem motor. E as gaivotas de papel, consideradas o símbolo máximo da juventude distraída nas salas de aula, viraram uma competição mundial que está se profissionalizando cada vez mais. Nos dias 4 e 5 de maio, 249 pilotos do papel se reuniram em Salzburgo, na Áustria, para a corrida Paper Wings — inusitada competição que já teve dois brasileiros entre seus campeões e que impressiona ao aliar muita celulose, rasantes, loopings, espírito jovem e uma boa porção de marketing esportivo.
Idealizada em 2006, a competição de aviõezinhos de papel, realizada de três em três anos, contou em sua primeira edição com 161 competidores, selecionados em eliminatórias em 40 países. Na disputa, estudantes universitários sem restrição de curso, mas com a cabeça nas nuvens, dispostos a testar suas habilidades na criação e no lançamento de gaivotas em três categorias principais: distância, tempo de voo e acrobacia.




segunda-feira, 14 de abril de 2014

Irmãos Wright os primeiros a voar

 foram os irmãos Wright os primeiros a voar. O desafio era fazer um vôo prolongado, motorizado, com controle de direção, em uma máquina mais pesada do que o ar, e isso eles conseguiram em 17 de dezembro de 1903, em Kitty Hawk, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, em um avião batizado como Flyer (Voador). Quando Santos Dumont pôs no ar o seu 14 Bis, em 23 de outubro de 1906, e percorreu 60 metros, os irmãos Wilbur e Orville Wright já haviam feito vôos controlados de 39 quilômetros. O feito dos irmãos americanos não teve o reconhecimento público imediato porque não foi presenciado por muitas testemunhas, apenas por alguns salva-vidas e um agente dos Correios. “Hoje em dia, eles só são contestados de forma séria no Brasil”, diz o jornalista Salvador Nogueira, autor de Conexão Wright-Santos Dumont: A Verdadeira História da Invenção do Avião.
Evidências indiscutíveis, como fotografias dos vôos, correspondências trocadas pelos irmãos e anotações técnicas detalhadas, consagraram-nos no mundo como os primeiros a voar. Com um porém: o avião dos irmãos Wright não decolava por meios próprios. Como não tinha rodas, nos primeiros testes, em 1903, era preciso usar um trilho para ganhar velocidade e contar com a ajuda do vento contrário para se erguer no ar. Mais tarde, em 1904, os irmãos acoplaram ao trilho uma catapulta, o que encurtou a extensão do trajeto a ser percorrido e diminuiu a dependência do vento. Apostavam que as rodas eram um peso desnecessário e que usar um trilho era mais prático do que encontrar um longo campo plano para decolar.



http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/irmaos-wright-eles-foram-primeiros-434928.shtml


Santos Dumont

Santos Dumont (1873-1932) foi inventor brasileiro. "O pai da aviação". Com o "14-Bis", executou, em Paris, o primeiro voo em um aparelho mais pesado que o ar.Santos Dumont (1873-1932) nasceu na Fazenda Cabangu, em João Aires - hoje Santos Dumont, Minas Gerais, no dia 20 de julho de 1873. Filho de Henrique Dumont, rico fazendeiro, engenheiro, e de Francisca Santos Dumont, de família portuguesa. Seu avô, François Dumont, joalheiro francês, veio para o Brasil em meados do século XIX e escolheu Diamantina para morar. Aprendeu a ler com sua irmã Virgínia. Estudou no Colégio Culto à Ciência, em Campinas, depois no Instituto das Irmãos Kopke e no Colégio Morethzon, no Rio de Janeiro. Em 1891, acompanhado da família, visitou a França pela primeira vez.No fim do século XIX, o motor a gasolina era a sensação das exposições em Paris. Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre se interessou por mecanismos. Voltou ao Brasil, mas no ano seguinte Dumont retorna à Paris na intenção de aplicar suas ideias.Com 18 anos, foi emancipado e recebeu do pai títulos de renda e ações que lhe permitiriam financiar suas experiências e aprender tudo sobre motores a explosão. Seu sonho, desde criança, era criar um aparelho que permitisse o homem voar controlando seu próprio curso. Passou a adolescência observando os pássaros e estudando sua constituição física.Santos Dumont chegou em Paris e aprofundou-se nos estudos, principalmente em mecânica e no motor de combustão, pelo qual se apaixonou à primeira vista. Seu primeiro Balão dependia do vento para se mover, o "Brasil", com apenas 15 kg ganhou altura. A dirigibilidade era o que realmente interessava a Santos Dumont.Depois de muitos estudos, mandou construir o "Nº1", primeiro de uma série de "charutos voadores" motorizados. No dia 20 de setembro de 1898, sob o comando do inventor, o balão subiu aos céus, chegando a altura de 400 metros e retornando ao mesmo ponto de partida. Construindo um balão sucessivamente e realizando experiências, foi desenvolvendo os mistérios da navegação aérea.O balão "Nº3" já possuía um motor a gasolina.Em 1900, o milionário francês Deutsch de la Meurth lançou um desafio aos construtores de dirigíveis: "Aquele que conseguir partir do Campo de Saint-Cloud, fazer à volta a Torre Eiffel, e voltar ao ponto de partida em 30 minutos, ganhará 100.000 francos". Pilotando o balão "Nº6", com um motor de 16HP, Dumont ganha o premio Dustche. Distribuiu metade do premio entre seus mecânicos e auxiliares e a outra metade destinou as necessitados.O balão "Nº7", que foi projetado para corrida, nunca chegou a competir, pois não tinha concorrente. O "Nº8" não existiu. Com o "Nº9", Dumont começou a transportar pessoas nos voos que fazia. Uma de suas passageiras era a cubana Aída de Acosta, que se tornou a primeira mulher no mundo a voar. De tanto cruzar os céus de Paris com o número nove, recebeu o apelido de "Le petit Santos". O "Nº10", maior que os outros, foi denominado "um dirigível ônibus", pelo próprio Santos Dumont.Santos Dumont, no dia 13 de setembro de 1906, com o "14-BIS", executou em Paris o primeiro voo em um aparelho mais pesado que o ar. A aeronave subiu a uma altura de 50 metros. Em 1908, Santos Dumont constrói o "Demoiselle", cujo desenho serviria de modelo a todos os projetistas que se seguiram. Tudo nela era obra de Dumont, inclusive o motor. Em 1910, na primeira exposição da Aeronáutica realizada no Grand Palais de Paris, o "Demoiselle" foi um sucesso.Ainda em 1910, Dumont encerrou sua carreira. Passou a supervisionar as indústrias que surgiram na Europa. Doente, resolve voltar ao Brasil. Em 8 de dezembro de 1914, ao ver seu invento ser usado para bombardear a cidade de Colônia, Dumont se decepcionou. No Brasil, sua tristeza aumentou quando o aeroplano foi usado durante a revolução de 1932 em São Paulo.Alberto Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932. Deixou dois livros: "Dans-L'air" e "O que Vi e o que Nós Veremos".

http://www.e-biografias.net/santos_dumont/